1982 Hound of the Baskervilles: episode 1 part 1 (by KarmStarkiller)

"Existe uma teoria que diz que, se um dia alguém descobrir exatamente para que serve o Universo e por que ele está aqui, ele desaparecerá instantaneamente e será substituído por algo ainda mais estranho e inexplicável.
Existe uma segunda teoria que diz que isso já aconteceu."

— Douglas Adams

"People assume that time is a strict progression of cause to effect, but (actually) from a non-linear, non-subjective viewpoint, it’s more like a big ball of wibbly wobbly… time-y wimey… stuff"

— The Doctor

Vale a pena ver de novo…

Empolgado com a notícia de que Sherlock volta logo com a segunda tmeporada, decidi baixar e assistir novamente a primeira. Quando baixei a primeira vez, achava que “aquilo” já era o tal do HD. Errei, como de costume, eram os três arquivos de 700 mb apenas, a qualidade era média, pendendo para baixa, na minha opinião. Aí sofri um pouco e só achei por torrent mesmo os episódios em HD, 2,18 gb. Agora sim, hein! Pena que ainda não é FullHD, a resolução é de 1280x720, enquanto uma em FullHD seria 1920x1080… Coisa de quem é exigente quanto à qualidade da imagem do arquivo que baixa e assiste.

Enfim, Sherlock é uma daquelas séries excelentes, com o conceito de “fator replay” altíssimo. Também pudera, escrito pelo Steven Moffat (sim, o mesmo do Doctor Who) e co-produzido pelo Mark Gatiss, não tem erro. O que mais me chamou a atenção nessa série, que na verdade é uma micro-série, foi o fato de transportarem o Sherlock para os dias atuais. A princípio eu não fui muito com a cara da ideia, achava que ia dar errado, que não iam conseguir adaptar direito e tudo mais, ainda mais que eu já li muita coisa do detetive, aí ficaria com meu nível de exigência lá em cima (não que isso importe para os produtores da série, que nem sabem que eu sou hahaha).

Coloquei os três episódios para baixar, e eram longos, uma hora e meia cada um. Eu não aguentei assistir um só e ficar por isso mesmo, assisti mais e mais e mais, e acabou… Ficou perfeitamente adaptada, transformando um relógio de bolso em um celular, uma diligência em um taxi, o cachimbo em adesivos de nicotina, e mesmo assim, o Sherlock não perdeu nada da sua excência. Interpretado pelo Benedict Cumberbatch, que eu não gostei no começo, mas foram necessárias duas falas para gostar do ator, e o Watson, cômico como sempre, interpretado pelo Martin Freeman, dupla perfeita!

Mal posso esperar pela segunda temporada!

Fator replay, guess WHO?

Lembra daquilo que eu falei de “fator replay” que somente as boas séries (animes inclusos) têm? Então, ontem decidi que ia reassistir Doctor Who a partir da 5ª temporada. O que acontece é que após ter assistido até a 6ª temporada completa, quando reassistimos a 5ª podemos ver o quão longe a mente insana do Moffat (master troll) vai longe. Percebi muitas coisas, que quando assisti de primeira não havia percebido mesmo, talvez pelo calor do momento, empolgado por ter um novo Doutor, uma nova temporada, talvez por desatenção mesmo, mas ainda assim são detalhes (que não vou dizer quais para não dar spoilers).

Fato é, mesmo que muitos não tenham gostado dos roteiros do Moffat, para mim, ele ainda é genial, não é questão de ficar endeusando. Como minha amiga Dani estava falando, o Russel T. Davies, roteirista original da série, ainda acompanha os roteiros do Moffat e, caramba, foi ele quem escolheu o trollzão para escrever Doctor Who, então o que os fãs ficam fazendo, porque sabem que mudou o roteirista não conseguem analizar uma temporada sem comparar com as demais. Fazer o que, só os tão doentes quanto o Moffat entenderão da 5ª em diante, ainda bem que eu nunca fui muito normal…

O que eu vejo nos roteiros são histórias muito, mas muito boas e com uma boa ligação umas com as outras, por mais que sejam episódios “fechados”. É como já disse, são detalhes, que no final, e além disso, quando você reassiste que você “pesca” a ideia do cara! E como eu adoro esses bons roteiristas que fazem seu produto vender.

Graças a estória atual, alguns críticos disseram que o público está achando difícil de se manter em dia com essa temporada, mas eu diria que a imprensa deveria parar de achar que todo mundo é estúpido! É por isso que nossa audiência é maior que as vendas deles - achamos que a audiência é inteligente, e as milhões de pessoas que assistem o programa provam que estamos certos.

Moffat sobre as críticas aos roteiros “complicados”

Por quê não gosto de me chamar de otaku?

Estava ouvindo o UNITEDcast com a participação do @alex_lancaster, o Alexandre Soares autor do blog Maximum Cosmo e também editor chefe da Ação Magazine. O tema era sim a Ação, mas o que mais me chamou a atenção foi a posição em que o Alexandre se pôs em relação aos otakus, isso também explicou um pouco sobre o porque de os animes estarem na merda (desculpe o termo, mas é) que estão hoje.

Acontece que os animes hoje são muito moe, termo que significa aquilo de historinhas com menininhas bonitinhas e gostosinhas se exibindo para o espectador, fan-service também entra nisso. Com essa ideia, podemos ver que os japoneses apostam no mercado que dará certo com toda a certeza, investindo nessas pessoas que não saem de casa e consomem moes. Triste, afinal o público que quer assistir um anime para se divertir vai acabar, cedo ou tarde, assistindo esses animes voltados para otakus.

Não fosse isso o bastante, ainda temos uma parcela que pertence aos animes infantis. Que atualmente são os melhores, para mim, por não cair nessa de apelação, moetização e receitinhas. Aí os grandes mangás, que ainda é um mercado para todos, diferente dos animes que está afastando o público em geral. Esses grandes mangás como One Piece, Toriko, Naruto acabam caindo ou na moetização, ou na infantilização totalmente censurados.

Triste… Os animes seriam melhores se fossem para todos, mas como o mercado, o dinheiro fala mais alto…

P.S.: Salvo raras exceções.

Tags: anime mangá

Seguindo a ideia da Suzi-dono, aqui o meu Toonix… Se eu uso de avatar eu ainda não sei.

Seguindo a ideia da Suzi-dono, aqui o meu Toonix… Se eu uso de avatar eu ainda não sei.

JBC, sua safadinha!

Ontem uma notícia MUITO me animou no Twitter. A JBC vai republicar Rurouni Kenshin (hein? Samurai X, para os brasileiros) e Yu Yu Hakusho!! Delícia isso, não? Há um tempo eu estava interessado em comprar o mangá do Kenshin e do Yusuke (lê-se "iúskê", e não "iúsúkê"), mas eram mangás raros, por terem sido publicados há alguns anos, nos primórdios do boom dos mangás aqui no Brasil.

O que? O formato? Ah, então, isso é um problema, eles poderiam simplesmente refazer os terríveis e mega compactos “meio tanko" que matava os leitores com 80 páginas mensais e/ou quinzenais, MAS dessa vez a JBC acertou e vai trazer no seu formato atual, tankobon! Isso aí! DUZEEEENTAS páginas! Será que eu vou comprar? Hein? Hein?

Tags: mangá

Animação

Sempre tem aquele anime que estamos acostumados a assistr só para relaxar e rir um pouco, né? Acontece que, como de costume, vou reclamar dos animes de hoje. Sim, não vejo mais desses. O último que me agradou nesse sentido de ser um bom anime de comédia foi Sket Dance. Sempre que eu assisto, aqueles malucos do Sket-dan conseguem arrancar um sorrisionho. Sempre me sinto melhor e mais animado assim que assisto a um episódio.

Muitos rolam no chão por causa de Gintama, que eu dropei e causou certo alvoroço por parte de alguns amigos. Eu, sinceramente, não vejo em Gintama o mesmo humor e energia que vejo em Sket Dance, e olha que as obras são bem próximas, com direito até a crossover e tudo mais. Mesmo assim, não consegui me encantar com a cara de pau do Gin, sou mais a energia do Bossun.

Tags: anime